... E o mundo insiste em fazer assim, exatamente dessa maneira.
vendo molduras acabadas porque o tempo passou e elas ficaram alí sobre uma penteadeira esquecidas no sótão.
Gritei à cidade esta noite...mas ninguém ouviu.
Ninguém ergueu a cortina e saiu na janela pra ver quem perturbavam-lhes o sono.
Achei que tinham morrido e deveras estiveram.
O mundo havia parado e eu mais uma vez encontrava-me no centro do mundo sozinha.
Assim em uma consciência consolidada que reside em um salão de jantar escurecido perto do teto de uma mente onde o chão se desloca como dez mil baratas, quando um feixe de luz penetra como todos os pensamentos unidos em um instante de harmonia do corpo não tão repelente...
E eu alí como as baratas que não compreendem as verdade que ninguém nunca fala.
[...]
Lá fora o sol brilhava, mas ainda chovia dentro de mim.
Uma chuvazinha, fina, miúda e fria.
domingo, 26 de abril de 2009
sábado, 18 de abril de 2009
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Sirius.
sábado, 28 de março de 2009
Por existir.
terça-feira, 24 de março de 2009
Desabafo.
Acontece que estou me sentindo pequena, e que ás vezes palavras pequenas parecem tão significantes e grandes...
Tenho saudade do tempo em que superávamos o que quer que fosse com um bom diálogo, mas agora diálogos são tão escaços, nossos olhares, nossos silêncios e o teu frio congelando meu coração em brasa.
Eu não sei o que me falta, ou o que tenho demais. Não sei o que tenho feito de errado para que o teu mundo me evite. Sinto-me em um plano qualquer quando do modo menos singelo, e o mais duro e áspero possível você consegue me evitar. E o faz. E me machuca.
Sabe, ás vezes penso que faço papel de idiota, ou sei lá o que. Parece que meu jeito de amar te incomoda tanto... Mas, porque não falas?
Meu coração está diminuindo... quando penso na distância, na tua frieza e nessa imensidão de amor que sinto e que nem quero sentir. Você não sabe o quanto é difícil tentar te amar menos, tentar fechar meus olhos e imaginar meus dias sem a essência da tua presença. E o que me dói verdadeiramente é que isso parece tão simples para você.
Eu queria sentir teu coração bater por mim... eu queria que minhas incertezas fossem apenas coisas tolas das quais minha mente inventa. Mas, eu me confundo a cada dia. Tu me confundes. Porque o teu amor me parece tão contraditório.
Eu só queria que estivéssemos bem. Que fôssemos os mesmos. Que eu não sentisse medo para não precisar estar te escrevendo essas coisas.
É estranho me doar por inteira quando não é assim que me sinto. É insuportável saber que eu sou a única em tua vida, mas que existem tantas outras coisas que me colocariam num terceiro,quarto ou quinto sentido nela.
É terrível saber que não sou a melhor que já esteve em tua cama, quando tu és o único da minha. Que meus problemas são problemas meus e que ás vezes aparento ser tão infantil.
Não viveria sem dor caso te perdesse agora... Isso é fato, mas ás vezes acho que estou te perdendo aos pedaços e fragmentando minha dor.
Eu não sei tuas perspectivas para o futuro, não sei nem se desejas de fato que eu esteja em teu futuro... ás vezes não sei quem tu és, ás vezes durmo com um estranho que amo... tanto e intensamente que suporto calada. Suporto porque meu amor é maior que teus defeitos, porque minha sede é saciada com teus beijos, porque eu me embriago diariamente nesse sentimento que dói, mas, que também me dá prazer.
Eu não sei não te amar, mesmo quando tu me machucas, mesmo quando tu não me amas e me faz sentir pequena.
Eu precisava de algum modo expor o que sinto... para poder começar tudo de novo. Para poder te abraçar e sentir que não existem mentiras entre mim e ti.
Eu precisava gritar para poder te desculpar em meu silêncio, eu precisava chorar minhas dores para poder sorrir ao teu lado..
E se tudo isso parecer daqueles dramas de novela mexicana, pordoe-me meu bem, eu sou muito mais coração do que possas imaginar.
"Boa noite e saiba que eu te amo!"
Tenho saudade do tempo em que superávamos o que quer que fosse com um bom diálogo, mas agora diálogos são tão escaços, nossos olhares, nossos silêncios e o teu frio congelando meu coração em brasa.
Eu não sei o que me falta, ou o que tenho demais. Não sei o que tenho feito de errado para que o teu mundo me evite. Sinto-me em um plano qualquer quando do modo menos singelo, e o mais duro e áspero possível você consegue me evitar. E o faz. E me machuca.
Sabe, ás vezes penso que faço papel de idiota, ou sei lá o que. Parece que meu jeito de amar te incomoda tanto... Mas, porque não falas?
Meu coração está diminuindo... quando penso na distância, na tua frieza e nessa imensidão de amor que sinto e que nem quero sentir. Você não sabe o quanto é difícil tentar te amar menos, tentar fechar meus olhos e imaginar meus dias sem a essência da tua presença. E o que me dói verdadeiramente é que isso parece tão simples para você.
Eu queria sentir teu coração bater por mim... eu queria que minhas incertezas fossem apenas coisas tolas das quais minha mente inventa. Mas, eu me confundo a cada dia. Tu me confundes. Porque o teu amor me parece tão contraditório.
Eu só queria que estivéssemos bem. Que fôssemos os mesmos. Que eu não sentisse medo para não precisar estar te escrevendo essas coisas.
É estranho me doar por inteira quando não é assim que me sinto. É insuportável saber que eu sou a única em tua vida, mas que existem tantas outras coisas que me colocariam num terceiro,quarto ou quinto sentido nela.
É terrível saber que não sou a melhor que já esteve em tua cama, quando tu és o único da minha. Que meus problemas são problemas meus e que ás vezes aparento ser tão infantil.
Não viveria sem dor caso te perdesse agora... Isso é fato, mas ás vezes acho que estou te perdendo aos pedaços e fragmentando minha dor.
Eu não sei tuas perspectivas para o futuro, não sei nem se desejas de fato que eu esteja em teu futuro... ás vezes não sei quem tu és, ás vezes durmo com um estranho que amo... tanto e intensamente que suporto calada. Suporto porque meu amor é maior que teus defeitos, porque minha sede é saciada com teus beijos, porque eu me embriago diariamente nesse sentimento que dói, mas, que também me dá prazer.
Eu não sei não te amar, mesmo quando tu me machucas, mesmo quando tu não me amas e me faz sentir pequena.
Eu precisava de algum modo expor o que sinto... para poder começar tudo de novo. Para poder te abraçar e sentir que não existem mentiras entre mim e ti.
Eu precisava gritar para poder te desculpar em meu silêncio, eu precisava chorar minhas dores para poder sorrir ao teu lado..
E se tudo isso parecer daqueles dramas de novela mexicana, pordoe-me meu bem, eu sou muito mais coração do que possas imaginar.
"Boa noite e saiba que eu te amo!"
quinta-feira, 19 de março de 2009
Não foi como das outras vezes em que chegava quieto, tão simples, tão doce. Dessa vez foi gritante, exagerado, ácido e duradouro. Sim, tão duradouro e infinito que parou o tempo, ou foi o tempo que parou sozinho... não sei. Apenas o que possuo em memória é que foi intenso ao mesmo tempo que superficiAL. Agora ele não vem mais, não vem porque permanece. Tão gritante, exagerado e ácido como no dia em que veio mudado.
Agora ele mudou de capa, de rosto, de maquiagem, de nome. Agora chama-se amor o que outrora era paixão.
P.S: Que seja
Agora ele mudou de capa, de rosto, de maquiagem, de nome. Agora chama-se amor o que outrora era paixão.
P.S: Que seja
segunda-feira, 16 de março de 2009
terça-feira, 10 de março de 2009
Relatos de um fim de dia
Era noite, quase no seu fim quando ela encaminhava-o ao portão.
Eles conversavam sobre coisas, que acabaram tão insiginifantes quando repentinamente o animal agride o seu cachorro.
O animal batia, o pequenino chorava e parecia sentir dor, e de fato sentia. Era triste tamanha violência contra um ser indefeso e muito mais humano do que aquele horrendo animal. Não resisti ao comentário:
- Ele faz isso sempre. O coitadinho do cachorro fica aí triste.
- Mas, ele bate porque?
- Oxe! Nem sei.
- E precisava tanta violência, lá em casa a gente até bate mas, é só um tapinha para aprender.
- Uma criatura que faz isso com um cachorro, deve tratar como o filho? Às vezes dá vontade de denunciar.
- É! Denuncia. Ele pode até ser preso por maus - tratos de animais.
- Vou denunciar!
- Ah! Mas aqui fica difícil... Deixa eu ir. Boa noite.
- Boa noite
- Nessa tua rua tem de tudo viu!
- E se tu procurar acha um pouco mais..
E calei-me e calou-se, diante de um papel inútil.
Eles conversavam sobre coisas, que acabaram tão insiginifantes quando repentinamente o animal agride o seu cachorro.
O animal batia, o pequenino chorava e parecia sentir dor, e de fato sentia. Era triste tamanha violência contra um ser indefeso e muito mais humano do que aquele horrendo animal. Não resisti ao comentário:
- Ele faz isso sempre. O coitadinho do cachorro fica aí triste.
- Mas, ele bate porque?
- Oxe! Nem sei.
- E precisava tanta violência, lá em casa a gente até bate mas, é só um tapinha para aprender.
- Uma criatura que faz isso com um cachorro, deve tratar como o filho? Às vezes dá vontade de denunciar.
- É! Denuncia. Ele pode até ser preso por maus - tratos de animais.
- Vou denunciar!
- Ah! Mas aqui fica difícil... Deixa eu ir. Boa noite.
- Boa noite
- Nessa tua rua tem de tudo viu!
- E se tu procurar acha um pouco mais..
E calei-me e calou-se, diante de um papel inútil.
segunda-feira, 9 de março de 2009
sábado, 7 de março de 2009

E no balanço monótono da máquina de costura vou tecendo os pedaços de minha vida, os retalhos de meus sonhos que por tanto tempo ficaram mofando numa sacola velha no fundo do baú. Hoje Vejo a vida numa dimensão mais completa, uno os trapos passados e transformo no mais belo presente que posso dar a mim mesma. São pedaços meus.. Sou eu naqueles pequenos unir de momentos.. E assim prossigo unindo sonhos, esperanças e realizações para que em algum futuro eu possa estender sobre mim a colcha de minha vida para quando sentir frio eu lembre dos momentos de calor, quando houver medo eu lembre dos momentos em que nunca estive sozinha.. E enquanto tempo tarda a passar, aqui estou eu no balanço monótono da máquina de costura.
terça-feira, 3 de março de 2009

E fizeram-me ter medo, caminhar no escuro do porão sozinha.
Senti a escada fria e escorregadia sob meus pés.
E não pude conter a lágrima que escorria no meu silêncio, no meu cansaço.
Sentei-me em algum daqueles cantos, temendo deparar com a multidão de baratas que a tanto rondava aquele espaço, temia ser devorada por uma delas, mesmo sabendo o quanto era vaga e idiota a idéia.
Abri uma caixinha de música empoeirada, ainda funcionava como muitas das coisas alí confinadas. Dei corda e fiquei apreciando a melodia, que recordava-me qualquer melodrama já vivido, apoiei a cabeça cansada sobre o joelho já machucado do castigo outrora recebido, adormeci e alí permaneci rogando que as baratas não me consumissem.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

E eu espero a tempestade vim para lavar minh'alma suja e pequenina.
Para começar a reordenar minhas coisas, e percerbo que esta é uma terefa infinita, que dentro de mim há becos que ainda desconheço e aqueles por onde passo estão cheios de entulhos, cheios de velhas contruções que desmoronam.
Estou posta a provas, nua de armadilhas.
Estou prostrada diante de mim suplicando em voz baixa que o meu coração seja duro..
Que o meu olhar seja frio e que a dor seja apenas minha..
domingo, 15 de fevereiro de 2009

Talvez apenas devesse calar, para não dizer
o quanto meu coração tem diminuído dentro do meu peito,
o quanto meus olhos tem queimado com as lágrimas que prendo e por vezes transbordam silenciosamente.
O quanto tenho abafado a minha súplica para que não pensem o quanto sou inteiramente egoísta..
mas, talvez eu só tenha escrito isso tudo pra conseguir chorar...
E usar a palavra "talvez" pode ser o início do abandono de tantas certezas.
Talvez isso seja um começo de alguma coisa.
Talvez isso seja um fim.
Talvez sejam apenas hormônios...
Mas isso tudo EU NÃO SEI.
Desculpa essas palavras com cara de choro mas, é que eu não sei se ainda haverá reticências.
Desculpa essas palavras com cara de choro mas, é que eu não sei se ainda haverá reticências.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Os destinos mudam, as pessoas mudam com ele..
e como enxergar o futuro sonhado se o presente já se encarregoude mudar toda a sincronia do sonho?
Agora estou aqui sem saber consiliar minha pseudo- felicidade e minha felicidade verdadeira..
tentando conter meus medos, tentando esconder de mim o que se passa lá fora..
E dói, machuca ter que partir quando meu coração insiste em ficar.
Dói ter que ver partir o que eu quero que fique.
Mas são apenas sonhos vestidos de forma errada...
são sonhos que chegam até nós de jeitos diferentes...
Mas, o importante é que eles chegam e chagaram!
E fico aqui consiliando as minhas felicidades!!
P.s: Ao som de Teatro Mágico.. ( Bailarina e o Soldado de Chumbo)
P.s: Ao som de Teatro Mágico.. ( Bailarina e o Soldado de Chumbo)
De repente toda mágica se acabou e na nossa casinha apertada
Tá faltando graça e tá sobrando espaço
Tô sobrando num sobrado sem ventilador
Vai dizer que nossas preces não alcançaram o céu
Coração que inda vem me perguntar o que aconteceu
Conte se seu rosto por acaso ainda tem o gosto meu
Com duas conchas nas mãos, vem vestida de ouro e poeira
Falando de um jeito maneira
Da lua, da estrela e de um certo mal
Que agora acompanha teu dia
e pra minha poesia e o ponto final
É o ponto em que recomeço, recanto e despeço da magia que balança o mundo
Bailarina, soldado de chumbo
Bailarina, soldado de chumbo
Beijo e dor
Bailarina, soldado de chumbo
Nossa casinha pequena parece vazia sem o teu balé
Sem teu café requentado soldado de chumbo não fica de pé
Nossa casinha vazia parece pequena sem o teu balé
Sem teu café requentado soldado de chumbo não fica de pé
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
[...]
Sem medo, sem súplicas balbuciadas nem conversões tardias.
Uma confusão sonora que me causa aflição e me embaraça o entendimento.
Pranto de velhas bocas, sangue de velhas súplicas.
Um dia, como se o deserto tivesse de súbito acabado aos nossos pés.
Mas eu me calo, me controlo.
Grito sussurrando em teu ouvido, no fictício meu sentimento é profundo,
no mundo real sou um mero ser mortal.
Ele é vazio e sem promessa. ...
Se ao menos houvesse o vento. ...
Perante esse silêncio o que nos resta são murmúrios de ausência
Neste lugar, as palavras faltam e só nos resta um silêncio escandalizado.
Um silêncio que é um grito ...
Era uma promessa, um sorriso a começar.
Fantasma, você surge do passado, vem sem avisar me deixa paralisada, tonta e sem saída.
E a única solução que a tua ausência cravou em mim é apenas seguir em frente.
Sou como bicho vivendo por instinto.
Imóvel jaz meu corpo com nódoas de um passado que ainda não passou.
Alucinações, a espera, a saudade sufocante,
a ausência da tua voz faz tristes sonhos serem apagados e consumidos pelas chamas.
Deixa-me ler na tua pele e nos teus pêlos a minha vida toda escrita em braile.
Minhas palavras são os cacos do grande espelho que me reflete e é a tua essência que vejo nele.
Prantos e pedidos, nesse espelho ouvi.
Dos meus olhos lágrimas caíram, eu vi morrer o teu rosto o teu sorriso como cativa em espelho meu!
Hoje percebo que sou tão real quanto os teus medos, os teus desejos e as tuas fantasias. ...
Nos destroços do que fomos, Passeio muitas vezes o meu pensamento,
E neles me vejo presa e trancafiada.
Palavras vagas sobrevoam meus destroços, vivos restos, fragmentados sentimentos.
Fui assim vivendo os meus dias, na esperança que mais tarde ou mais cedo,
restassem só lembranças do que fomos e esperanças do que podíamos ter sido.
Passei a viver de imperfeições.
Uma confusão sonora que me causa aflição e me embaraça o entendimento.
Pranto de velhas bocas, sangue de velhas súplicas.
Um dia, como se o deserto tivesse de súbito acabado aos nossos pés.
Mas eu me calo, me controlo.
Grito sussurrando em teu ouvido, no fictício meu sentimento é profundo,
no mundo real sou um mero ser mortal.
Ele é vazio e sem promessa. ...
Se ao menos houvesse o vento. ...
Perante esse silêncio o que nos resta são murmúrios de ausência
Neste lugar, as palavras faltam e só nos resta um silêncio escandalizado.
Um silêncio que é um grito ...
Era uma promessa, um sorriso a começar.
Fantasma, você surge do passado, vem sem avisar me deixa paralisada, tonta e sem saída.
E a única solução que a tua ausência cravou em mim é apenas seguir em frente.
Sou como bicho vivendo por instinto.
Imóvel jaz meu corpo com nódoas de um passado que ainda não passou.
Alucinações, a espera, a saudade sufocante,
a ausência da tua voz faz tristes sonhos serem apagados e consumidos pelas chamas.
Deixa-me ler na tua pele e nos teus pêlos a minha vida toda escrita em braile.
Minhas palavras são os cacos do grande espelho que me reflete e é a tua essência que vejo nele.
Prantos e pedidos, nesse espelho ouvi.
Dos meus olhos lágrimas caíram, eu vi morrer o teu rosto o teu sorriso como cativa em espelho meu!
Hoje percebo que sou tão real quanto os teus medos, os teus desejos e as tuas fantasias. ...
Nos destroços do que fomos, Passeio muitas vezes o meu pensamento,
E neles me vejo presa e trancafiada.
Palavras vagas sobrevoam meus destroços, vivos restos, fragmentados sentimentos.
Fui assim vivendo os meus dias, na esperança que mais tarde ou mais cedo,
restassem só lembranças do que fomos e esperanças do que podíamos ter sido.
Passei a viver de imperfeições.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Filosoficamente
Apesar de antigo, o mito da caverna (do livro A República de Platão) http://www.geocities.com/Wellesley/Atrium/4886/filos15.htm tem muito haver com a sociedade de hoje, onde nos limitamos diante de uma realidade que nos é imposta por meios de comunicações em massa. A televisão, internet, jornais, vem nos bombardeando com informações e padrões que às vezes se distanciam da nossa realidade, são padrões de beleza, moda, que muitas vezes não questionamos, apenas deixamos que entre em nossas casas para admirarmos e aceitarmos como regra.
Essas são as algemas que nos prendem na caverna da atualidade, que faz com que criemos um pensamento limitado sobre nós e as coisas do mundo. Pensamento esse que só será rompido quando dermos conta que vivemos na bola-de-neve de um sistema capitalista que a todo instante manipula e aliena.
Vemos o que querem que vejamos, e acreditamos naquilo que vemos, e chega um ponto que não controlamos e as sombras, as limitações crescem, e a capacidade de questionarmos se atrofia. É como a lei do uso e desuso.
Essas são as algemas que nos prendem na caverna da atualidade, que faz com que criemos um pensamento limitado sobre nós e as coisas do mundo. Pensamento esse que só será rompido quando dermos conta que vivemos na bola-de-neve de um sistema capitalista que a todo instante manipula e aliena.
Vemos o que querem que vejamos, e acreditamos naquilo que vemos, e chega um ponto que não controlamos e as sombras, as limitações crescem, e a capacidade de questionarmos se atrofia. É como a lei do uso e desuso.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
E chega o novo!
Que os dias venham novos para podermos descobrir seus mistérios.
E tudo que por nós passsou fique guardado e se eternize.
Porque eu quero mesmo é um ano novo em câmera lenta!
[ post de ano novo um pouco tardio]
E tudo que por nós passsou fique guardado e se eternize.
Porque eu quero mesmo é um ano novo em câmera lenta!
[ post de ano novo um pouco tardio]
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Desta vez ele não veio.
Não chegou fazendo algazarra como das outras vezes,
não trouxe risos, não trouxe alegrias.
Esperei, mas acho que o bom velhinho morreu
ou está velho demais para sair ao redor do mundo entregando presentes.
E minhas meias ficaram vazias.
E as luzes a piscar foram se apagando,
assim como o brilho da esperança em meu olhar.
Ele não veio e eu tive certeza de minhas ilusões.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Acordei menina demais,
acompanhada de sintomas de paixão recém-descoberta.
É assim todos os dias.
Acordo menina pra descobrir que mais tarde posso ser mulher. ( a tua mulher)
Acordo menina e me apaixono todos os dia pelos mesmos encantos de uma forma tão doce, tão inocente.
E tenho certeza que por acordar menina e amadurecer a todo instante ao teu lado
que acredito poder te amar sempre.
Desde minhas 'paixonites infantis', até a minha mais madura prova de amor.
E assim será por uma vida toda, enquanto eu acordar menina e acompanhada de sintomas de paixão recém - descoberta!
acompanhada de sintomas de paixão recém-descoberta.
É assim todos os dias.
Acordo menina pra descobrir que mais tarde posso ser mulher. ( a tua mulher)
Acordo menina e me apaixono todos os dia pelos mesmos encantos de uma forma tão doce, tão inocente.
E tenho certeza que por acordar menina e amadurecer a todo instante ao teu lado
que acredito poder te amar sempre.
Desde minhas 'paixonites infantis', até a minha mais madura prova de amor.
E assim será por uma vida toda, enquanto eu acordar menina e acompanhada de sintomas de paixão recém - descoberta!
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