terça-feira, 22 de abril de 2008

Não alimente tuas arogâncias apoiadas em minha inocência.
Há muito tempo deixei de ser criança.
Há muito tempo que me enveneno diariamente.
Não me afronte, porque já não conheces nada além dessa superficialidade com que convives.
Ofereço-me em sacrifício.
Celebro-me em arrepios
Encanto-me em sonos mórbidos
Enleio-me em ressacas de embalar.
Assassino todos os enredos banais
Compus pequenas formas de ódio
E agora os canto desfeito em silêncio mortal.

2 comentários:

fr. Dhael disse...

e diga quem conhece quem a fundo
se nem nós nos conhecemos??!!
a graça das arrogancias é a confirmação das incertezas........
Mas tu, ainda tem a criança no sorriso que disfarça tua maturidade absurda.
bjos

Santiago Pérsan disse...

Fascinante seu talento, fico feliz em saber que a juventude não é toda "normal" existem "nescios" prontos a pensar e tentar mudar o mundo!!!